quarta-feira, 11 de julho de 2007

Qual é o truque?

Não dá mais para esperar pelo que você não quer que chame sua atenção. Não tenho a segurança (aparente) e solidez expressa em seu rosto... Você parece tão bem, enquanto eu sangro e sangro e sangro um amanhã que nunca chega. Sei que também fui rude ao tentar priva-lo tantas vezes das minhas confusões, mas, sou assim, putz, é foda, descobrir talvez tão tarde que eu me rendo...
Você me mostrou um lado meu que estava calcificado, sem vida, perdido no rebanho de emoções insignificantes, hipostasiadas, cretinas, vulgares, etc, etc, etc... Há tanto tempo não me sentia tão plena... Thanks ! Embora eu queira um pouco mais.... Se importa? Faria esta gentileza a uma dama tão paranóica e complicada?
Olha, aqui dentro não há sacerdote que me medique. Não pude escolher (nem no que podia, não pude, foi inevitável, fadado ao fracasso se tentasse insistentemente lutar contra), fui surpreendida, demônios! Então, não se intimide, nem se sinta provocado, o resto, é com o tempo...